Por do sol em Penedo

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domingo, 26 de junho de 2016

Mais uma vez, o crime de Paulo Bernardo


A multiplicação dos salários

Volto a falar do roubo do dinheiro de servidores e aposentados, realizado sob a liderança de um figurão do PT, ex-ministro Paulo Bernardo. Ao defender o maridão, a senadora Gleisi Hoffman afirmou que conhecia o marido, como a dizer que ele seria incapaz de fazer o que fez. Hoje, o Brasil todo conhece bem o espertalhão Paulo Bernardo - e sabe do que ele foi capaz de fazer.

Envolvido na maracutaia, outro figurão do PT, Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência e da Aviação Civil, merece ser referido. Os policiais federais que participaram da busca e apreensão na casa de Gabas ficaram impressionados com o que encontraram. Além das duas motos Harley-Davidson apreendidas, o indigitado ainda possuía uma coleção de canetas-tinteiro Montblanc e de relógios Rolex. Afora, claro, peças de alto valor, quadros e carros. Tudo, como disse um petista alucinado aqui mesmo no Facebook, adquirido com os proventos profissionais do investigado. Pois sim.

(Não sei se o petista alucinado a quem me referi acima é rico ou trabalhador assalariado. Se for assalariado, dou um conselho: tente viver como Gabas utilizando apenas os seus proventos. Se conseguir nos explique como conseguiu. Ficaremos eternamente agradecidos).

O Velhote do Penedo que usa canetas Bic e vê as horas num glorioso Technos, considera o crime de Paulo Bernardo (e asseclas) passível de pena de prisão perpétua, acrescida de trabalhos forçados (sanções que não existem nos nossos códigos, mas deveriam existir). E não me venham falar em direitos humanos, pois esses caretas roubaram servidores públicos e aposentados endividados - logo cometeram um crime hediondo, um crime que agrediu milhões de pessoas, milhões de direitos humanos.

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Em tempo (1): quando o professor de filosofia Renato Janine Ribeiro foi escolhido para o ministério da Educação, o Velhote observou que ele não ficaria nem um mês no posto, pois estava esquentando o banco para o Mercadante. Dito e feito. Semana passada, o citado professor acrescentou outra nódoa na sua biografia: foi usado como testemunha de defesa da Dilma na Comissão do Impeachment. Vi um pedaço e desisti: Renato Janine Ribeiro mostrou-se mal informado, inclusive porque não decorou direito o script que lhe foi passado pelo José Eduardo Cardozo. Um vexame. Uma tristeza. Mas como disse Quincas Berro D’água: “Cada um cuide do seu enterro, impossível não há!”

Em tempo (2): o Velhote está preparando um artigo sobre o texto antissemita, vergonhosamente antissemita, escrito por um sujeito chamado Thomas de Toledo e publicado no portal Vermelho, do PCdoB. Até isso temos de aguentar, meus amigos.

Em tempo (3): carros do VLT foram criminosamente pichados no Rio de Janeiro. A informação que se tem é que foram professores em greve. Mesmo que não tenham sido, trata-se de uma absurda demonstração de incivilidade.

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