Por do sol em Penedo

Por do sol em Penedo

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Melhor um terremoto?


Da série: Inacreditável o que fizeram na Petrobrás (2)

O Velhote do Penedo recebeu o comentário abaixo do amigo Maurício Dias David. Sei não, mas o que o David escreveu faz sentido.

“TERREMOTO NO NEPAL X TERREMOTO NA PETROBRAS

Estima-se que a reconstrução do Nepal vai custar 6 bilhões de dólares.
Considerando que o prejuízo contábil da Petrobras ultrapassou os 30 bilhões de dólares , podemos concluir que financeiramente é melhor um país ser devastado por um terremoto do que ser administrado pelo PT”.

O Velhote do Penedo, porém, diria de outra maneira a mesma coisa: o prejuízo contábil da Petrobrás daria para reconstruir o Nepal SEIS vezes!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Petrobrás deve dois Uruguais!


INACREDITÁVEL O QUE FIZERAM NA PETROBRÁS!

O Velhote do Penedo tem dificuldades quase intransponíveis com a matemática, cálculos e adjacências. Não raro sou ludibriado nos trocos, nunca sei quanto tenho no bolso.

Mas, impressionado com os números do balanço da Petrobrás, o Velhote armou-se de uma calculadora, exigiu silêncio ao redor e, grave, fez as contas: somadas as perdas relativas à gestão temerária (a expressão é do atual presidente da empresa: deve ser sinônimo de bandalha) e as perdas com a corrupção (apenas em 2014!), a Petrobrás foi tungada em 50, 8 bilhões de reais. Ou seja, e por extensão: 50.800.000.000 de reais (1), o que, convertido ao dólar (a 3 reais), chega-se à bagatela de 16,933 bilhões de dólares! Ou seja, e por extensão: 16.993.000.000 dólares! (Dezesseis bilhões, novecentos e noventa e três milhões de “verdinhas”!)

Trata-se de uma “tungada” superior ao PIB de, pelos menos, uns cem países! Pesquisem!

Afora tudo isso, a dívida da Petrobrás (endividamento líquido) soma 106,2 bilhões de dólares! A Exxon deve 29,1 bilhões; a Shell, 45,5 bilhões; a BP, 52,9 bilhões. Dizer que a Petrobrás deve 106,2 bilhões de dólares equivale a dizer que a Petrobrás deve dois Produtos Internos Brutos do Uruguai. A Petrobrás deve dois Uruguais!

É preciso defender a Petrobrás, mas os seus gestores e os larápios (nem todos estão em cana) são os grandes responsáveis pela onda de descrédito atual da empresa. Salvemos a Petrobrás, o grande patrimônio do povo brasileiro, e coloquemos na cadeia (com penas longas, muito longas) a corja que roubou e administrou porcamente a grande empresa criada pelo grande Presidente Getúlio Vargas.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Pesquisa mostra a indigência


DESESPERADOR

O Velhote do Penedo não se cansa de dizer: ser brasileiro é desesperador. Não sei se meus amigos viram, souberam ou leram os resultados de uma pesquisa realizada pelo Sistema Fecomércio, Rio de Janeiro, sobre os hábitos de lazer cultural do brasileiro. Se não viram, saibam:

- 83% dos brasileiros disseram não ter o hábito de ler/não gostar de ler;

- Por faixa de instrução, o quadro é mais dramático ainda: 71% dos brasileiros com nível superior informaram não ter o hábito e não gostar de ler;

- O mesmo se verifica quando a amostra se distribui por faixa de renda: quem ganha até R$ 1000,00 o percentual atinge 83%; quem ganha mais de R$ 1000,00, o percentual é praticamente o mesmo 82%.

O Velhote do Penedo vai ficar por aqui, apesar de a pesquisa da Fecomércio ser bem abrangente – e como tal dramático. O que o Velhote gostaria de dizer é o seguinte: entre os 39 ministérios do governo Dilma, pelo menos três estão razoavelmente (perceberam a ironia do advérbio?) ligados às questões tratadas na pesquisa: os ministérios da Educação, da Cultura e da Ciência e Tecnologia.

A pesquisa foi divulgada semana passada. Tomei conhecimento dela pela imprensa, mas o Velhote conseguiu uma cópia, de onde extraiu os dados acima. Pois bem: o que disseram a respeito dessa pesquisa os ministros Renato Janine, Juca e Aldo Rebelo? Nada. Absolutamente nada!

É, meus amigos, ser brasileiro é desolador!

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Crise cultural brasileira





Do Blog do meu amigo Edilson Martins: meus comentários

Até hoje uma novela das 9hs, de a Globo, não patinava tanto na Tv brasileira. As completar um mês de estreia, Babilônia patina com 25,3 na Grande SP, e vem perdendo público em todas as faixas etárias e econômicas.

O SBT cresceu no mesmo período 65% com a reprise da xaropada de Carrossel, e a Record subiu 57% com o telejornal exibido logo após os Dez Mandamentos.

Beijos homoafetivos, mulher dando mais que chuchu em cerca, e prostituta dos sonhos,  não bateram bem no horário.

A emissora está correndo atrás.

Essa rejeição, e a natureza dos folhetins que estão deixando Babilônia aspirar poeira, dão bem a medida do conservadorismo, diga-se caretice, do telespectador, diga-se, do povo brasileiro.

*****

Concordo com os comentários do Edilson relativos à novela "Babilônia" e a caretice do povo brasileiro.

Agora, há algo mais a dizer. Não assisto TV, muito menos a TV aberta. Da TV (fechada) só vejo filmes, futebol e History, e assim mesmo nem todos os filmes, nem todos os jogos, nem todos os programas da History. Mas pelo que sei a qualidade dos programas da Globo está caindo dramaticamente, talvez buscando competir com o SBT e a Record e retirar do seu currículo o estigma de “elitista”.

Há, portanto, um nivelamento por baixo das TVs brasileiras, o que é um sintoma do que se passa, infelizmente, na vida cultural brasileira, que perde escritores, poetas, atores, atrizes, cantores e cantoras, ensaístas, pintores, músicos - e tais perdas não estão sendo repostas. O que está predominando é o vazio, o vácuo. Veja o teatro brasileiro: os grandes teatrólogos modernos se foram (Nelson Rodrigues, Jorge Andrade, Maria Clara Machado, Suassuna, Oduvaldo Vianna Filho, Guarnieri, muitos outros) – e quem surgiu para preencher tais lacunas?

Com 200 milhões de habitantes, o Brasil tinha que ter centenas de grandes escritores e poetas, mas os bons de hoje são contados no dedo. E muitos deles padecem da síndrome de Saramago: pensam que são Saramago, mas não têm a genialidade do escritor português. Produzem meros pastiches – e pensam que são gênios.

Uma pena, mas o que ocorre no campo cultural reflete o que se passa globalmente no Brasil.

terça-feira, 14 de abril de 2015

O PAU COMEU NA CASA DA NOCA


A GUERRA DOS CABIDES

O Velhote do Penedo já conhecia a história, mas nunca escreveu a respeito. Nada demais, talvez um quê de pudor me tenha inibido. Uma tarde, eu conversava com um amigo (tomávamos um café) quando um jornalista conhecido veio ao nosso encontro e, papo prá cá papo prá lá, nos contou que “tia” Dilma, num acesso de raiva e descontrole, atirara cabides contra uma empregada do Palácio, que, por sua vez, não perdeu tempo: jogou de volta. A cena deve ter sido patética, pois além dos cabides, voavam também palavrões e xingamentos, que envolviam ambas as mães e os dois orifícios anais das contendoras, não sei se me entendem.

A empregada, que se chamava Jane, foi despedida sumariamente. Durante a campanha eleitoral, Jane foi procurada por adversários da Dilma, que queriam que ela contasse o episódio para o distinto público. Mas os marqueteiros do Planalto foram mais rápidos: deram uma grana preta para Jane, um emprego e outras benesses em troca do seu silêncio. O Velhote do Penedo conta agora o episódio porque ele tornou-se público: foi publicado no blog do jornalista Ricardo Noblat.

Convenhamos, gente, que o episódio, que não entrará para a História do Brasil, encerra lições edificantes e dignos do ambiente político do Bananão.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

VEM MAIS AÍ, NÃO SE PREOCUPEM


AS MANIFESTAÇÕES DO DIA 12 DE ABRIL

As manifestações de domingo tiveram menos gente que as de 15 de março. Nada demais nisso. Como todos sabem – e se não sabem, deveriam saber ou aprender – manifestações públicas sofrem oscilações dessa ordem. Chama-se a isto de fadiga.

O importante é que a pesquisa divulgada no dia 11, sábado, confirmou os números da pesquisa anterior: mais de 60% rejeitam “tia” Dilma e só pouco mais de 10% a aprovam. Dado interessante é que quase 70% querem a saída de Dilma da presidência. A situação continua péssima para a presidente, que hoje está sendo tutelada politicamente pelo trio Renan-Campos-Temer e economicamente pelo tucano Levy. Eu disse tucano? Desculpem o ato falho.
Dilma perdeu as condições políticas de governar. No Congresso, ela tem que fazer aprovar as medidas do ajuste fiscal, mas os parlamentares prometem mexer em muitos pontos. Não vai ser fácil. Enquanto isso, a inflação tende a subir, o desemprego cresce, focos (enormes) de corrupção são descobertos pela Polícia Federal: o último envolve a Caixa Econômica e o Ministério da Saúde.
Dilma tenta capitalizar as ações da Polícia Federal, mas esta não age por sua ordem nem por decisão do ministro da Justiça. A Polícia Federal é órgão de Estado e, não, de governo. Dilma e Lula tudo fizeram para barrar ou, pelo menos, controlar as investigações da Polícia Federal. Não conseguiram. 
Vamos aguardar outras manifestações e outras pesquisas. De qualquer forma, a situação de Dilma continua péssima. E, aparentemente, não vai mudar.
 
 

domingo, 5 de abril de 2015

Desmilitarizar a PM


Amarildo e Eduardo, vítimas.

Neste primeiro domingo de abril, o Velhote do Penedo gostaria de escrever sobre amenidades, falar sobre o livro que está lendo, embevecido: “Butterfield 8”, de John O’Hara. Não posso, porém.

Há minutos li nos jornais a respeito do sofrimento da mãe de Eduardo de Jesus Ferreira, um guri de dez anos, assassinado por um PM no Complexo do Alemão. Estou emocionado, pois tenho um neto, o Vitor, que tem a mesma idade de Eduardo. Imagino o sofrimento da mãe da pequena vítima.

O Velhote do Penedo já escreveu aqui várias vezes: é preciso desmilitarizar a polícia. Torná-la cidadã, pô-la a serviço da sociedade. A sociedade não quer uma tropa de rambos, sempre pronta a reprimir manifestações, a disparar a esmo, a matar bandidos e inocentes: o menino Eduardo estava na porta de sua casa, com um celular nas mãos. O policial supôs que ali estava uma arma, com a qual aquele guri iria alvejá-lo. Na dúvida, abriu fogo. Acertou a cabeça do menino, que morreu na hora.

Há algum tempo, um morador do Alemão foi alvejado pela polícia: tinha uma furadeira, dessas que usamos em casa, nas mãos. O policial que o matou jurou que a furadeira era, na verdade, uma metralhadora.

A PM é despreparada para lidar com a população. Como força militar, ela foi treinada para eliminar, aniquilar os inimigos, no caso, uma população que vive esmagada pelos traficantes, de um lado, e pela PM, de outro.

Em julho de 2013, na Rocinha, a PM sequestrou o ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza. Seu corpo jamais foi encontrado. Quem mais hoje em dia faz a pergunta: “Onde está o Amarildo?”

Eduardo e Amarildo – vítimas do mesmo equívoco: o de achar que o poder do fogo e da violência pode ser usada, impunemente, contra o povo. Um dia, quem sabe, meu neto Vitor poderá se orgulhar da justiça e das autoridades brasileiras. Até lá quantos Eduardos e Amarildos teremos?

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Assassino! Assassino! Assassino!

Sexta-feira Santa: ontem e hoje


Menino ainda, de calças curtas, eu temia a chegada da sexta-feira santa. Era um dia que me evocava a cor roxa, o cheiro de lírios, orações em voz baixa. A sexta-feira era um dia de contrição. As emissoras de rádio suspendiam os programas profanos – e punham a tocar apenas músicas clássicas, que impregnavam o ar de tristeza. Ia-se à igreja, onde penitentes ajoelhados rezavam de mãos postas e cabeça baixa. Veneravam a imagem ferida daquele que veio ao mundo para nos salvar.

Ninguém podia rir na sexta-feira santa ou ler revistinhas de sacanagens, que, por sinal, faziam sucesso em nossas mãos. Ninguém  falava alto, era proibido comer carne (e derivados), tínhamos que caminhar sem fazer ruído.

Nessa época, o Velhote do Penedo estudava no Santo Antonio Maria Zaccaria, colégio de padres barnabitas, na rua do Catete, onde um italianão gordo e sanguíneo, Padre Guffanti, nos ameaçava, aos berros, com o fogo eterno, caso não obedecêssemos aos mandamentos e seus sagrados e pios preceitos. A ideia do inferno nos aterrorizava e paralisada.

Hoje, encanecido, já não tenho mais medo do inferno: tenho medo dos acontecimentos do dia a dia, da vida diária em que estamos mergulhados e da qual não temos como sair. No Rio, no chamado Complexo do Alemão vive-se um ambiente de guerra, um verdadeiro horror simbolizado na criança estirada no chão, baleada com um tiro na cabeça, e o desespero da mãe, gritando para um policial militar: “Assassino! Assassino! Assassino!”

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Dia 12 de abril: um termômetro


“Tia” Dilma não convence; logo, derrete.

Quando Dilma surge na televisão (mais magra) e fala em diálogo, nitidamente o distinto público torce a cara, desconfiado. “Tia” Dilma vendeu a imagem de mulher autoritária, que não admite que discordem dela, sendo, inclusive, capaz de ofender o interlocutor com palavras pouco usuais. Ela não vende a imagem de quem quer dialogar, buscar consensos, unir a sociedade em torno de um projeto.

Todas as vezes que “tia” Dilma pinta na telinha, ela distila a cantilena: a crise atual decorre das medidas que ela tomou em benefício do povo, medidas que agora são impossíveis de manter, inclusive porque fizeram um buraco nas contas públicas. Assim, ela tem que reduzir os benefícios e tomar decisões amargas. Bem, será que ela não tem um assessor que explique a ela que, em última instância, ela está culpando indiretamente o povo pelas nossas (e dela) desgraças? Culpando o povo porque ela nunca disse que as benesses poderiam causar danos adiante. Ao contrário, ela vendeu durante quatro anos e durante a campanha eleitoral a ideia de que tudo estava bem, tudo estava ótimo, tudo estava uma maravilha. Os demônios seriam a Marina e o Aécio, que destruiriam a sua "grande" obra.

“Tia” Dilma perdeu a credibilidade – e não inspira confiança, o que a fez despencar as pesquisas. O diabo é que faltam 3 anos e 9 meses para Dilma sair.

Dia 12 de abril será um termômetro. Repito apenas o que disse semanas atrás: manifestem-se, mas sem desatinos.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Pesquisa mostra Dilma em queda

Crise do governo Dilma


Creio não ser necessário acrescentar qualquer comentário aos dados abaixo. A verdade que a crise brasileira – crise política, crise econômica, crise de autoridade, crise ética, tudo misturado – avança inexoravelmente. Não se sabe, hoje, como tudo isto será superado. Os dados mostram que metade dos eleitores da Dilma, hoje desaprovam o seu governo, que consideram ruim ou péssimo.

Dia 12 de abril haverá outra manifestação contra Dilma e contra o governo. Vamos aguardar.

 
Hoje foi divulgada a nova pesquisa CNI-IBOPE sobre avaliação do governo. Os dados em relação a dezembro são desastrosos.

– Consideram o governo ruim ou péssimo: 64% ante 27% em dezembro de 2014;

– Desaprovam o governo: 78% ante 41% em dezembro de 2014;

– Não confiam no governo: 74% ante 44% em dezembro de 2014;

– Perspectivas em relação ao restante do governo: 55% esperam que o restante do governo será ruim ou péssimo.

É importante destacar como faz a pesquisa que a desaprovação do governo vem de eleitores de Aécio e de Dilma. Assim, não é o “nós” contra “eles”, mas uma onda de decepção dos próprios eleitores da Presidente Dilma que acreditaram no discurso da campanha que não seria preciso ajuste fiscal algum e que o governo poderia até mesmo aumentar a despesa com várias políticas públicas.



O que preocupa? Primeiro, o ajuste macro está apenas começando e, assim, a frustração da população com a redução do crescimento de despesas com áreas como saúde e educação está apenas começando. Segundo, a retomada do crescimento será muito mais lenta do que em 1999 e 2003, quando não havia problemas com a agenda micro (conteúdo nacional, marco regulatório, Petrobras, etc). Terceiro, ajuste fiscal neste e no próximo ano é 3% do PIB – R$ 160 bilhões- combinação de corte de despesas e aumento de carga tributária. Quarto, desorganização da base política do governo.

Assim, o ajuste começa com a popularidade da presidente em um nível muito baixo e com 74% da população que não confia na presidente, e ainda com um agenda negativa (petrolão, queda dos índices de confiança, aumento da inflação, etc) que permanecerá nos noticiários e influenciará mais ainda a popularidade do governo.

A minha única dúvida é se nas pesquisas de abril, os 12% qua e ainda acham o governo ótimo/bom serão reduzidos para menos de 10%. Tudo isso não é motivo de alegria, pois a baixa popularidade da presidente e a desorganização da base política coloca em risco o ajuste organizado.

Anúncio oficial da pesquisa :

Pesquisa CNI-IBOPE ::: Avaliação do Governo


O objetivo da Pesquisa CNI-IBOPE Avaliação do Governo é conhecer a avaliação da população brasileira com relação ao presidente da república e seu governo. Os resultados captam tanto a popularidade do presidente como a aprovação do governo nas suas diversas áreas de atuação. A pesquisa é contratada ao Ibope Inteligência e realizada trimestralmente, tendo sido iniciada em 1996.

Aprovação da presidente Dilma cai 33 pontos percentuais


A presidente Dilma Rousseff inicia seu segundo mandato com o pior índice de popularidade de seu governo. Entre dezembro de 2014 e março de 2015, o percentual de aprovação de sua maneira de governar caiu de 52% para 19%. O percentual da população que considera o governo ótimo ou bom diminuiu de 40% para 12%. Dentre os entrevistados, 78% desaprovam sua maneira de governar e 74% não confiam na presidente.